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O Cerradão — Jornalismo do Entorno do Distrito Federal

Recapeamento na Avenida Cristalina apresenta desgaste precoce; trânsito pesado expõe asfalto fino

Imagens da nossa equipe mostram asfalto fino e esburacado em via de trânsito intenso de Formosa (GO). O cenário levanta dúvidas sobre a fiscalização e a qualidade da obra pública.

Por Redação

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Buraco do Asfalto novo
O Cerradão

A obra de recapeamento da malha asfáltica na Avenida Cristalina, em Formosa (GO), ainda está em andamento. No entanto, os trechos já executados e recém-liberados para o trânsito apresentam sinais graves de desgaste estrutural precoce. A via absorve um volume considerável de tráfego diário, o que inclui veículos de carga pesada, e levanta questionamentos técnicos quanto à espessura e à qualidade do material empregado pela administração pública.

Registros fotográficos feitos no local demonstram o contraste entre a exigência da via e o serviço entregue. O principal destaque negativo nas imagens é o quão fina é a nova camada de asfalto.

Asfalto fino.

A imagem acima evidencia uma cobertura extremamente rasa, quase superficial, sobreposta ao pavimento anterior. Essa espessura visivelmente reduzida parece incapaz de suportar a fricção e o peso contínuo.

O risco de degradação acelerada se confirma pelo perfil de tráfego do local. A Avenida Cristalina é rota frequente de veículos de grande porte, como carretas. Isso exige um pavimento com alta resistência à compressão, conforme documentado na imagem a baixo, que mostra maquinário e veículos pesados operando diretamente sobre a via.

Asfalto com fino com uma carreta em cima

Como resultado imediato da combinação entre a camada asfáltica fina e o trânsito pesado, o piso já cedeu na parte recém-feita. A foto abaixo evidencia rachaduras profundas e o esfarelamento da nova cobertura, formando buracos que expõem a base da rua e geram riscos aos motoristas e pedestres que circulam pela região.

Buraco do Asfalto novo

Nota: Esta reportagem tem caráter fiscalizatório. Como a obra não foi oficialmente concluída, registramos que os desgastes apontados nas imagens ainda podem ser alvo de adequações e melhorias técnicas por parte da prefeitura e da empresa responsável até o término do contrato.

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